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Sempre fui fascinado pela ideia de criar coisas. Nasci dentro de um universo criativo sem perceber: Minha mãe tem uma empresa de decoração de festas, e desde cedo aprendi que são os detalhes que fazem toda a diferença. Na escola, eram os trabalho de artes que me prendiam de verdade, guiado por uma curiosidade quase insistente. Por muito tempo, essa curiosidade, esse jeito de reparar em tudo, de gostar do que fugia do óbvio, foi motivo de ser visto como "estranho", mas hoje entendo que era justamente isso que me destacava.

Na hora de escolher uma carreira, fui para o design. Foi na faculdade que me apaixonei pela história da arte e conheci o movimento Memphis dos anos 80 e 90. Fiquei obcecado pela estética, e carrego isso comigo até hoje: sou "rata de brechó", tenho um apreço enorme pelo vintage, e busco beleza em tudo que faço, seja na fotografia, no design ou na criação de conteúdo. Sou detalhista por natureza, mas sem nunca deixar o propósito de lado.

Passei por gráficas e agências até chegar onde hoje atuo como multiplicador de marketing, aplicando o mesmo princípio que sempre me guiou: criar as coisas que eu gostaria que existissem.

Trabalho hoje em uma escola, onde lidero a criação de conteúdo para redes sociais da produção de vídeo à direção visual dos perfis. Foi ali, na prática, que entendi que para criar algo relevante é necessário entender pessoas, seus desejos e o que elas realmente precisam ouvir. Esse trabalho trouxe um ganho de mais de 20k de seguidores nos perfis de ambas as duas escolas, crescimento esse que rendeu o troféu destaque 2025.

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Quem é esse tal de Ian?

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Um eterno curioso

As ferramentas mudam, a internet muda, o comportamento do público muda a cada nova trend... O que funciona hoje pode não funcionar amanhã e é por isso que não acredito em fórmulas fechadas ou processos estáticos.

O que não muda é o jeito de pensar com design: testar, errar e recomeçar sempre que a conexão esfria. Porque design não serve só pra deixar as coisas mais bonitas, serve também pra resolver problemas e criar valor real na vida das pessoas. E isso exige lembrar sempre para quem estamos criando, e por quê.

O Design é um caminho, não destino.

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